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quinta-feira, 25 de março de 2021

Reunião da E. E. Cônego Osvaldo Lustosa (19/03/2020)

Salve moçada,
dessa vez nós iremos falar sobre o que rolou na reunião da semana passada,
venha acompanhar a dupla dinâmica nessa jornada.

Na reunião foram abordados os seguintes temas,
e eu venho te passando aqui na rima sem mais problemas:

  • Para vocês, as pautas da nossa reunião,
  • de inicio padrão, vou te passar a visão, na carga horaria mensal você deve ter atenção,
  • na sequência sobre o texto de planejamento fizemos uma reflexão, a maioria interagiu e deu sua opinião, no final ainda tivemos uma discussão,
  • para o encerramento da reunião que não foi nada comum, tivemos a distribuição das duplas para planejamentos das semanas do PET 1.
Para acabar,
a foto de todo mundo enquanto o Antônio estava a nadar.


Residentes rimadores André Moya e Antônio Vitor


segunda-feira, 22 de março de 2021

Reunião da E. E. Gov. Milton Campos - (22/03/2021)

         


      Reunião do dia 22/03/21 às 17:00 h. Para início de conversa a preceptora Lilian nos apresentou, discutiu e comentou sobre alguns documentos importantes proposto pela escola, dentre eles:

  • Grade na Educação;
  • Horário do EM;
  • Avisos importantes;
  • Cronograma das Atividades;
  • Links arquivos 1°, 2º e 3° período EJA;
  • Cronograma das Aulas.

         Além disso, nos orientou de como será a didática das nossas aulas e atividades complementares: síncronas ou gravadas, oficinas, podcast, trabalhar com materiais e fazer trabalhos para os alunos, plantão de tirar dúvida, atividades avaliativas, fazer atividades que enriqueçam o PET, utilização de livros didáticos dentre outras atividades. Ademais, dividimos de que turmas iremos lecionar e definimos a primeira aula de apresentação que daremos essa semana.

        Começamos a analisar inicialmente os conteúdos dos petes do EM, para nos nortearmos o conteúdo das aulas que deveremos programar. Em seguida, foi criado uma divisão para saber as aulas que cada um iria lecionar. no decorrer do semestre letivo. 

        Depois de toda essa discussão, iniciamos uma conversa e esclarecimento de ideias e opiniões para assim fazer um rascunho e gerar um documento referente ao texto sobre Planejamento e Plano de Ensino.

Débora, Gabryelle e João Paulo

 

        


Reunião da E. E. Gov. Milton Campos - Semana de 15/03/2021 a 22/03/2021

Essa postagem diz respeito as atividades que foram desenvolvidas na semana de 15 a 22 de março. Seguem as principais considerações:




Mais uma vez a reunião da escola iniciou-se as 17h00, dessa vez no dia 15 de março de 2021. 

O ano letivo veio repleto de novidades e novamente a professora e preceptora Lilian nos colocou a par das principais alterações e resoluções que estavam sendo definidas no colégio. Além disso a preceptora também nos disponibilizou os documentos conhecidos como Avaliação Diagnóstica, que tem o intuito de fornecer um breve diagnóstico acerca do conhecimentos que foram ou deveriam ter sido adquiridos com a utilização dos PETs (planos de estudo tutorado).

As avaliações diagnósticas disponibilizadas foram acerca da ciências humanas e ciências da natureza, relativos ao 1º, 2º e 3º ano do ensino médio, e também das turmas da EJA (Educação de Jovens e Adultos).

Também foi discutido a questão das aulas que os residentes deveriam preparar e como deveriam ser divididas entre as turmas da escola, métodos de preparo, dificuldades relativas ao processo e outros temas associados. 

Por fim discutimos acerca de um texto disponibilizado pelo Prof. Wallace, que discorria quanto a importância do planejamento escolar e como o mesmo deveria ser analisado. Ficou decidido que ao invés dos residentes fazerem a análise individualmente, seria elaborado em conjunto por todos os residentes da E.E. Gov. Milton Campos.

A reunião foi finalizada e foi feita mais uma foto dos participantes.      


Débora Pinheiro, Gabryelle Carvalho e João Paulo Resende

sexta-feira, 19 de março de 2021

Reunião da E.E. Dr. Garcia de Lima (19/03/2021)

Olá!


Hoje, dia 19 de março de 2021, tivemos mais um encontro online entre preceptor – professor Luciano – e residentes da E.E. Dr. Garcia de Lima!

Na reunião de hoje, inicialmente, o preceptor deu alguns avisos e fizemos comentários relacionados ao email institucional, que será usado por todos os professores e alunos, e à plataforma oficial que será utilizada pela E.E. Dr. Garcia de Lima – Google Classroom e Conexão Escola 2.0.

 

Assim, foi apresentada a pauta da reunião:

  •          Cronograma do professor – 1º Bimestre 2021
  •          Atividades 1º Bimestre

 

Foram apresentados os PETs volume 1 (PETs revisão) de 1º e 2º Anos do Ensino Médio, assim como o cronograma de trabalho enviado para os alunos pelo professor Luciano, que consiste de datas em que serão realizadas as atividades, datas de entrega de atividades, período para que o aluno possa colocar o conteúdo em dia.

Em seguida foram apresentadas as atividades que serão realizadas pelos residentes na Escola, juntamente com o preceptor, de forma que os residentes foram divididos em grupos de trabalho, em que cada grupo está responsável por conteúdos e atividades, de acordo com o PET.

As atividades feitas pelos residentes serão atividades complementares, como jogos e simuladores, para que incentive o aluno e o ajude no entendimento do conteúdo passado.



Essa foi nossa reunião!

Até a próxima!

 

Residentes Anderson Pinheiro e Isabel Quintiliano

terça-feira, 16 de março de 2021

Reunião da E. E. Cônego Osvaldo Lustosa (12/03/2020)

A fênix renasce, ressurgindo das cinzas, a dupla dinâmica ataca novamente, mas agora com uma novidade, estamos numa nova escola, hoje falaremos sobre a primeira reunião como Escola Estadual Cônego Osvaldo Lustosa.

Nessa reunião foram abordadas as seguintes pautas:

  • Aviso sobre a escrita do relatório mensal e sobre a carga horária;
  • Justificativa sobre a troca de escolas da preceptora Fátima;
  • Apresentação da escola;
  • Apresentação das turmas do EJA, que serão as turmas que a Fátima irá trabalhar;
  • Pequena roda de conversa sobre como será na nova escola e quais as expectativas


Aqui uma foto dos membros presentes, todos lindos e o Pedro Lobo.

Residentes André Moya e Antônio Vitor


domingo, 14 de março de 2021

Reunião da E.E. Dr. Garcia de Lima (12/03/2021)

Olá!

    Na última sexta-feira, dia 12 de março de 2021, tivemos um encontro online entre preceptor e residentes da Escola Estadual Garcia de Lima.

    Após o período de férias dos preceptores, nossas reuniões semanais voltaram e com todo o ânimo possível!


    Em nossa reunião, foi apresentada a pauta:

- Síntese das reuniões iniciais do ano letivo de 2021;

- Avaliação diagnóstica;

- Planos de Estudos Tutorados – volume 1/2021;

- Início das atividades no Google Classroom.


    O preceptor, professor Luciano Soares, nos mostrou como foram as reuniões dos professores das escolas estaduais, planejamentos, ideias e resoluções para o ano de 2021, alguns vídeos que foram apresentados para os alunos durante as lives de boas vindas, entre outros. A partir disso, foi apresentada a avaliação diagnóstica que será aplicada pela escola para as turmas de Ensino Médio, de forma virtual, que consiste de uma prova de múltipla escolha com uma revisão do ano escolar anterior de cada aluno, que tem como objetivo avaliar e analisar o desenvolvimento dos alunos. E, além disso, foram apresentados, de forma breve, os Planos de Estudos Tutorados (PETs) – volume 1 de 2021 de 1º e 2º Anos.

    Ainda durante esse momento, foram apresentadas informações relacionadas ao ano letivo, mudanças feitas em 2021, como seria a pontuação dos alunos, datas importantes, etc.

 


Na foto estão o preceptor, professor Luciano Soares, e cinco residentes: Isabel, Jéssica, Mariana, Rodrigo e Thiago Leite - novo integrante do grupo de residentes da EE. Dr. Garcia de Lima. Seja bem vindo, Thiago!


Nosso encontro foi muito proveitoso!

Até a próxima!


Residentes Anderson Pinheiro e Isabel Quintiliano

quarta-feira, 10 de março de 2021

Reunião da E. E. Gov. Milton Campos - (08/03/2021)

 A reunião do dia 08/03/2021 as 17h. Inicialmente a preceptora Lilian nos colocou a par da situação das turmas para o ano letivo que se iniciou. Com a reforma do ensino médio seria necessário dar aulas de Projeto de Vida em algumas turmas.

Foi discutido também a possibilidade de adaptar as aulas a serem dadas para as turmas de ensino médio regular para serem dadas também nas turmas de EJA, nessas turmas a faixa etária dos alunos é diferente, e o contexto de cada educando é bem particular, logo faz-se necessárias adaptações.

Discutimos também as alterações necessárias para cada plano de aula, e as datas em que as aulas deveriam ser gravadas e encaminhadas para os alunos.

Ao fim da reunião foi definido a atividade da semana que seria pensar se cada residente adotaria uma turma ou faria revezamento entre as turmas regulares, Projeto de Vida e EJA.

 

Débora Pinheiro, Gabryelle Carvalho e João Paulo Resende 

quarta-feira, 3 de março de 2021

Reunião de planejamento (03/03/2021) - Preceptores e coordenador de área

No dia de hoje (03/03/2021) eu e os preceptores nos reunimos para planejarmos as atividades do PRP para o mês de março. Os pontos de pauta foram:

1) Apresentação das atividades desenvolvidas no período fevereiro/2021;

2) Organização das atividades de regência;

3) Leitura e discussão do tema Planejamento e plano de ensino.



O próximo encontro de planejamento está previsto para o dia 31/03 às 16h30min, também via Google Meet.

Um abraço, Wallace. 

terça-feira, 2 de março de 2021

 Escola Estadual Governador Milton Campos 22 de Fevereiro


Na reunião do dia 22/02/2021 que foi presidida pelo professor Wallace Cabral, teve como discussão o plano de aula da dupla Bianca e Juliana, que teve como tema Introdução a química e propriedades da matéria , a apresentação das meninas foi muito completa já contendo com algumas modificações feitas mediante aos comentários feitos pelo Wallace na reunião anterior sendo frisado a importância de se detalhar o plano para se compreender cada passo do plano.










Residentes Bianca Belo e Juliana Cipriano


segunda-feira, 1 de março de 2021

Reunião entre residentes e coordenador - Palestra Ma. Amanda Séllos Rodrigues 26/02


 

No dia 26/02, sexta-feira, encerramos o ciclo de palestras com a convidada Amanda Séllos doutora pela Fiocruz 2020 na área da educação, que apresentou o seu mestrado realizado na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) em 2018, sobre a percepção de educadores sobre a inclusão de indivíduos com transtorno de espectro autista (TEA).

Inicialmente ela mostrou sua trajetória acadêmica desde a graduação, em 2012, até seu Doutorado em 2020. Explicando o motivo de escolha da sua área que iniciou no final da graduação e tornou-se definitiva após a especialização feita em 2017/2018, que levou ao seu mestrado na área da educação pela UFOP em 2018.

Antes de explicar seu projeto inicial que sofreu grandes mudanças depois de aceita na faculdade, ela nos apresentou o programa de mestrado da UFOP. O programa conta com duas opções o mestrado profissional e o mestrado acadêmico, Amanda explica que a criação do mestrado profissional foi devido a necessidade de as empresas terem funcionários especializados, desta forma sua criação permitia que os funcionários continuassem trabalhando e pudessem se especializar. A criação foi justamente devido ao fato de que no mestrado acadêmico os estudantes podem receber bolsas, portanto normalmente não trabalham, além dos horários de aulas disponíveis não contemplarem aqueles que eventualmente trabalham.

Apesar de existirem as duas opções de mestrado elas não apresentam diferença no sentido de pontuação durante a realização de um concurso ou afins. A única diferença significativa está na entrega da dissertação enquanto o mestrado acadêmico não é necessário desenvolver um produto para a população o profissional sim. Esse produto pode ser desde a criação de um minicurso, cartilha até uma sequência didática o importante é que seja ofertado algo para as pessoas que fizeram parte da pesquisa.

Ela aborda ainda a diferença entre um mestrado na área da educação e ensino. A área de ensino possui um foco mais específico, organizando-se em uma série de atividades que foca em um conhecimento específico abordado em sala de aula enquanto a área da educação tem um foco mais generalizado.

Após as devidas explicações a doutora explica a ideia inicial do seu projeto no mestrado que seria a criação de um aplicativo sobre a interação do sistema locomotor e nervoso no 6° ano do fundamental. Porém após a escolha de seu orientador que trabalhava com inclusão de alunos na escola fez com que Amanda desenvolvesse uma nova ideia para o seu projeto que seria não a inclusão dos alunos, mas a formação continuada de professores-APAE- Transtorno de espectro autista (TEA). Assim o objetivo do seu novo projeto era promover uma reflexão nos professores, que trabalham com alunos que possuem o TEA, quanto as estratégias educativas adaptadas que eles utilizavam em sala de aula.

Antes de apresentar os resultados de sua pesquisa e como foi realizado ela explica o motivo de escolher os professores como “protagonistas” do seu projeto. Amanda explica através de um conceito do TEA divulgado pela OMS que se baseia no CID- classificação de internacional de doenças- ,um livro que traz informações sobre transtornos e deficiências, como a forma de lidar com ensino e aprendizagem de pessoas que apresentam o autismo é desatualizada e preconceituosa colocando os autistas como incapazes de aprender como os outros classificados como “neuro típicos”. O CID-10 que apresenta os conceitos “antigos” sobre autismo e que ainda é válido para classificar pessoas com TEA até 2022 aborda indivíduos de forma a separa-los em características específicas do transtorno ou doença, por exemplo, separar características de pessoas com síndrome de Asperger de outras. Desta forma os médicos apresentavam dificuldades no diagnóstico, pois acontecia de o indivíduo apresentar duas características do TEA e outras características de outras síndromes o que dificultava em qual diagnóstico conferir a pessoa.

O CID-11 que só será válido no Brasil em 2022 aborda o TEA de acordo com graus, assim quem possui autismo poderá ser diagnosticado dentro de três graus diferentes. Além disso ele também traz que os indivíduos apresentam capacidade completa de habilidades intelectuais e de linguagem, ou seja, eles possuem a mesma capacidade de aprendizado, mesmo com grau elevado, de uma pessoa que não tem autismo. A interferência que esses indivíduos possuem está no campo da interação social, de forma que eles apresentam um déficit na interação, no comportamento e na comunicação. Essa tríade que classifica alguém como tendo ou não autismo, a pessoa só terá diagnóstico positivo se tiver déficit nos três.

Amanda aponta que o que ocorre atualmente é uma inserção destes indivíduos na escola, sendo que 79% estão na escola regular, e que por vários fatores eles não recebem educação adequada, ou seja, não há inclusão somente inserção. Neste ponto ela desenvolve o questionamento se a escola especial ela é boa ou ruim, mostrando as duas discussões entre os grupos que são contra e a favor. Além de mostrar a dificuldade que existe da inclusão nas escolas sendo elas a adaptação de currículos e horários, e mudanças nos funcionários na escola, nos professores, nos hábitos e pensamentos para garantir a inclusão dos alunos.

Ela mostra as estratégias educativas adaptadas que devem ser aplicadas em crianças autistas para garantir o seu aprendizado, que seria a criação de um ambiente estimulante e para isso o professor deve conhecer seu aluno sabendo o que ele mais gosta ou não. Assim ele irá conseguir criar estímulos de acordo com que o estudante mais gosta, se for música, por exemplo, estímulos auditivos proporcionará um aprendizado melhor para ele se for desenhos, pinturas e afins estímulos visuais e assim por diante. O importante é promover o ensino e aprendizado utilizando o que os alunos mais tem interesse, e desenvolver também uma rotina no sentido de conversar com os alunos com TEA e dizer antecipadamente para ele o que irá ocorrer naquele dia, essa atitude simples irá deixa-lo menos ansioso e consequentemente mais calmo.

Ao fazer essas estratégias o professor estará incluindo o aluno com TEA na sala de aula com os demais e não somente inserindo. O professor como papel de mediador no ensino e aprendizagem deve também incluir não somente o TEA, mas todos os alunos, ou seja, esta estratégia pode ser utilizada não só com autistas, mas com todos os alunos presentes na sala de aula. É importante ressaltar que durante toda a palestra foi dito que os professores não são os únicos responsáveis para garantir a inclusão de pessoas com TEA, é necessário o apoio escolar e da família, além de uma valorização desses profissionais.

Diante de todo o exposto a metodologia de seu projeto era entrar em contato com uma escola APAE a escolhida foi a de Itabirito e logo após foi apresentado aos professores participantes as propostas do curso “multiplicadores” e foram aplicados dois tipos de questionário o online e o inicial ambos com as mesmas perguntas, porém o online destinado a professores da rede regular de ensino no geral enquanto o inicial aos professores da APAE de itabirito. As perguntas eram sobre a dificuldade que os professores tinham em incluir alunos com TEA, para que pudesse entender as dificuldades dos professores. Logo após foi selecionado atividades diferenciadas, seguidas de um questionário pré e pós minicurso, seguido do minicurso, cartilha informativa e análise de dados.

Os resultados dos questionários mostram primeiramente a dificuldade dos professores para inclusão de alunos com TEA, os professores da APAE apontam como dificuldades: capacitação de professores, dificuldades com alunos (atenção, comportamento), adaptação do material e metodologia. Já os da rede regular apontam grande número de alunos em sala, capacitação de professores, preconceito no ambiente escolar, extensão e nível de dificuldade do conteúdo.

Durante o minicurso foi realizado atividades de cada um dos três estímulos: tátil, auditivo e visual. Sendo realizadas 5 atividades diferentes, no final do minicurso foi dado uma cartilha com as orientações e explicações de tudo que foi apresentado durante o exposto.

Como conclusão foi exposto que não existe uma forma específica de ensinar um aluno com TEA, mesmo que haja dois alunos com o mesmo diagnóstico, eles podem reagir de maneiras diferentes à uma mesma proposta pedagógica. Por isso, o que funciona para um pode não funcionar para o outro. Amanda aborda ainda que, o minicurso e o que ela apresentou para os professores de Itabirito é a realidade deles com os alunos daquela escola, se for para outra escola em outro lugar a forma de abordagem deve mudar, as formas de lidar com os alunos de outro lugar não podem ser a mesma de Itabirito.

Portanto, para ensinar o professor não precisa ser um especialista no transtorno. O que podemos absorver da palestra com a professora Amanda é que, o recomendado é que o professor procure sempre conhecer todos os alunos de forma individual e perceba como cada um aprende. Mais do que um conhecimento específico, a inclusão desses alunos requer uma mudança no modo como a escola e os professores pensam e fazem educação.